quinta-feira, 10 de março de 2011

-  Porque será que ligamos tanto pra o que os outros acham ? Isso é psicológico, cada vez que você pensa isso dá vontade de não fazer nada. eu quero mais é que se explodam, quero viver a minha vida sem a intervenção de NINGUÉM !

quarta-feira, 9 de março de 2011

, eu fico aqui imaginando,

como o mundo ficará daqui a algum tempo, será que vai melhorar ou piorar? bom, isso eu não sei, mas se EU pudesse comandar o mundo, faria de tudo para deixá-lo melhor. sem haver poluições e desmatamento, eu mudaria o conceito das pessoas, tiraria de vez as drogas e o crack, as armas só os policiais poderiam usa, e aqueles que foram presos ou ainda estão foragidos e até mesmo os pedófilos e todo o resto, eu os tranformaria em pessoas do bem! queria que o mundo fosse perfeito, ou quase assim. não como um conto de fadas no qual existe castelos, príncipes encantados ou princesas. eu queria um mundo melhor, sem violência, um mundo melhor, pra mim, pra você e pra TODOS :)

Aprendi que se aprende errando,

que crescer não significa fazer aniversário, que o silêncio é a melhor resposta, quando se ouve uma bobagem, que trabalhar significa não só ganhar dinheiro, que amigos a gente conquista mostrando o que somos, que os verdadeiros amigos sempre ficam com você até o fim, que a maldade se esconde atrás de uma bela face, que não se espera a felicidade chegar, mas se procura por ela, que quando penso saber de tudo ainda não aprendi nada, que a natureza é a coisa mais bela na vida, que amar significa se dar por inteiro, que um só dia pode ser mais importante que muitos anos. Que se pode conversar com estrelas... Que se pode confessar com a Lua. Que se pode viajar além do infinito, que ouvir uma palavra de carinho faz bem à saúde, que dar um carinho também faz... Que sonhar é preciso, que se deve ser criança a vida toda, que nosso ser é livre, que o julgamento alheio não é importante. Que o que realmente importa é a paz interior.
Em quatro palavras eu resumo tudo o que aprendi sobre a vida: ela segue em frente!

; Não sou perfeita não.

Falo alto, dou gargalhadas, às vezes sento de pernas abertas. Durmo de qualquer jeito, não tiro a maquiagem e acordo parecendo um panda. Choro, faço escândalo, brigo e falo palavrões. Fico angustiada, e quando estou assim, ninguém me suporta. Sou um tanto exigente, reclamo demais da minha vida e ainda sou do contra. Brigo e me arrependo. Posso ser bastante grudenta ou muito fria. Sou assim mesmo, da cabeça aos pés. Um produto com defeito, que adora comer o resto do chocolate que ficou na panela e acha que comer melancia com as mãos é melhor. Ciumenta, exagerada, dramática. Não sou perfeita, mas sou perfeitamente eu!

essa minha felicidade *:

felicidade é um pouco como uma borboleta; ela aparece por um instante. Um instante ingênuo, em que se acredita que apesar de toda a maldade crescente da humanidade, ainda há alguma coisa pra se admirar. ela aparece em todas as cores, um mix de aquarelas abrindo e fechando na minha frente, indescritivelmente bela, de tirar o fôlego até dos mais céticos. *-* por algum motivo que define a natureza, ela vai embora voando, escapando da minha vista e ainda me deixando embasbacada. Fico triste um momento, porque é isso que vem depois da felicidade. Mas felizmente, eu sei que outra borboleta vai passar na minha frente, e eu juro aproveitar melhor sua presença da próxima vez.

; talvez eu seja uma boneca $:

talvez eu seja uma boneca de pano, cujo coração foi roubado. E um rombo gigantesco foi deixado em meu peito. De repente, veio uma dor forte e se instalou em mim. E ficou, em cada metro do meu corpo rendado, com meus panos e babados. Os meus vestidos passaram a ser mais escuros, independente do cair da noite ou do levantar do dia. Eles só eram propícios se mais próximos do negro que me abrangia. Chegou um hora que eu não quis mais trocar, não fazia diferença. Todo dia eu acordava e botava minha mão sobre meu peito, apertava-o, e não sentia nada. até que, em uma noite pouco escura e menos sombria, eu vi um clarão no canto de minha cama. Cheguei minhas mãos até ele, e encontrei ali, meu coração. abri meu armário, peguei minha caixa de costura e retirei a atadura de papel que cobria meu peito de pano. Coloquei meu coração de volta e o costurei cuidadosamente. Talvez eu realmente seja essa boneca de pano com o coração resgatado. Porque, sim, ele voltou para mim, sim meus vestidos e panos o cobrem, eu o abrigo. Mas não o sinto assim. Ele voltou intacto e este foi o problema. O coração da triste boneca de pano não fora amado como amara não fora desejado como desejara, e não teve o que quis. O coração da boneca não era nada alem de um pedaço fofo de pano, em formato reconhecível. Ele não fora modificado, e pior, não fora roubado. a bonequinha queria que alguém a amasse como ela o amaria e, para isso, teria de ter consigo uma parte de seu coração. Mas, vendo-o voltar intacto, percebeu que sua missão fora incompleta, sem sucesso. Talvez eu realmente seja essa boneca de pano, cujo coração roubado não fora amado, cujas pessoas em volta não se misturam, cujo caminho é um ponto de interrogação. E, principalmente, cuja procura será guiada até que encontre aquele pedacinho mínimo de seu coração, que ainda não percebeu sumir, mas que fora roubado, discretamente, para ser modificado, tocado e amado. s2' [esse texto não é da minha autoria]